Portugal

O que visitar na Serra da Estrela: Guia Completo e Roteiro

Visitar a Serra da Estrela é muito mais do que procurar neve no ponto mais alto de Portugal Continental.

Com efeito, este território é o maior Parque Natural e oferece uma diversidade de paisagens que surpreende em qualquer estação do ano. Neste guia, exploramos tudo o que precisa de saber para planear a sua viagem ao Parque Natural da Serra da Estrela.

Abaixo, as estradas íngremes das montanhas passam por lagos gelados e vastos afloramentos de granito.

O Rio Zêzere nasce, a cerca de 1900m de altitude, junto ao Cântaro Magro, onde se define o início do maior vale glaciar da Europa (13 km). Por outro lado, o rio Mondego nasce no concelho de Gouveia, no sítio de Corgo das Mós (ou ‘’Mondeguinho’’), a uma altitude de cerca de 1425 metros.

Geologia da Serra da Estrela

A formação da Serra da Estrela teve início há cerca de 300 milhões de anos. Nessa época os continentes uniram-se para formar um supercontinente chamado Pangeia.

Durante a Idade Glacial, uma espessa camada de gelo cobriu o topo do maciço da Estrela. Além disso, uma capa de gelo ocupou o Planalto da Torre, apresentando uma superfície de cerca de 70km2 e 80m de espessura.

Em todas as direções, a força da gravidade derreteu o gelo e criou vários vales glaciais. Um excelente exemplo é o vale glacial do Zêzere.

Após a última era glacial, a neve e o gelo desapareceram totalmente. Restou, portanto, um alto planalto montanhoso que uma floresta de pinheiros cobriu originalmente. Devido ao desmatamento e à agricultura, surgiram as belas formações rochosas com blocos de granito polidos.

Roteiro de 3 Dias: Partindo da Covilhã à Descoberta da Serra

Se escolheste a cidade da Covilhã como base para visitar a Serra da Estrela, sabe que esta é a porta de entrada mais estratégica.

Em seguida, apresentamos um plano detalhado para aproveitares cada momento.

Dia 1: A Rota da Altitude e o Coração da Estrela

Começa o dia na Covilhã, explorando o centro histórico e a arte urbana do festival Wool.

Covilhã

Restou, portanto, um alto planalto montanhoso que uma floresta de pinheiros cobriu originalmente. Devido ao desmatamento e à agricultura, surgiram as belas formações rochosas com blocos de granito polidos.

Conhece a Capela de São Martinho e o Museu dos Lanifícios. De forma a conhecer o famoso queijo da Serra, podes fazer um desvio até Peraboa para visitar o Museu do Queijo.

Posteriormente, inicia a subida pela EN339 em direção às Penhas da Saúde.

Para no miradouro da Varanda dos Carqueijais para observar a Cova da Beira.

Logo após, continua a subida até ao Covão do Boi. Neste local, podem ser observadas as famosas “Sentinelas”, formações geológicas de granito que foram esculpidas pela erosão ao longo de milénios.

É aqui que se encontra a imagem da Nossa Senhora da Boa Estrela.

Nossa Senhora da Boa Estrela

É um baixo-relevo com 7 metros de altura esculpido na rocha em 1946. Esta obra é dedicada à padroeira dos pastores e é um dos pontos mais fotografados de todo o Parque Natural da Serra da Estrela.

O Gigante: Pouco depois, surge o imponente Cântaro Magro. Com 1928 metros de altitude, este pico domina a paisagem com a sua parede vertical de granito. O Cântaro Magro é o ex-libris do Parque Natural da Serra da Estrela e é um local de culto para os amantes de escalada.

Prossegue até à Torre. No inverno, esta zona é dominada pela estância de esqui; no verão, é o local ideal para apreciar a geologia dos blocos erráticos.

A Torre

Primeiramente, a subida à Torre é obrigatória. A 1993 metros de altitude, a vista panorâmica é deslumbrante.

A Torre é o ponto mais alto da Serra da Estrela e também de Portugal Continental. Aqui encontra-se implantada a célebre “Torre do Cume” para completar os 2000 metros de altitude.

Contudo, a beleza da serra não se esgota no topo. Aqui encontras também o centro de comércio de produtos locais, como o queijo e o mel.

É aqui também, que se concentram os serviços de apoio aos desportos de Inverno (esquiar, praticar snowboard ou andar de trenó) e um centro de comércio de produtos locais, como o queijo, chouriço e mel.

A vista é magnífica:

  • para Sul, alonga-se pela Cova da Beira até à Serra da Gardunha;
  • A Norte, alcança as Serras do Caramulo, da Lapa e Montemuro;
  • A Leste, atinge as Serras da Marofa e da Malcata;
  • A Oeste, estende-se para as Serras do Açor e da Lousã, até ao oceano Atlântico.

inalmente, desce em direção à Lagoa Comprida. Se tiveres energia, faz o trilho até ao Covão dos Conchos.

Este é, sem dúvida, um dos locais mais instagramáveis de todo o Parque Natural.

Barragem da Lagoa Comprida

A barragem da Lagoa Comprida apresenta uma forma alongada e constitui o principal reservatório de água da região.

O potencial hidroelétrico elevado levou à construção da barragem em 1911, sendo uma das primeiras obras de engenharia desta natureza levadas a cabo em Portugal.

Em si desaguam dois túneis: o do Covão do Meio e o do Covão dos Conchos.

Daqui partem alguns interessantes percursos pedestres. Uma das caminhadas mais famosas que aqui se inicia, é até ao Covão dos Conchos a famosa lagoa com um buraco no meio (caminhada de 8 km, dura aproximadamente 1.30h).

Trilho Wikiloc: Lagoa Comprida – Covão dos Conchos – Lagoa Comprida

Covão dos Conchos

A barragem do Covão dos Conchos tem uma obra de engenharia, um túnel com cerca de 1500 metros, construído em 1955, com o propósito de canalizar a água da Ribeira das Naves até à Lagoa Comprida.

Posteriormente, inicia a descida até ao Sabugueiro. Esta aldeia é o local perfeito para sentir a vida serrana e comprar as famosas pantufas de pele.

Aqui, o comércio tradicional de peles, pantufas e queijos é muito vibrante. Além disso, as ruas da aldeia convidam a um passeio entre casas de granito e fontes de água pura. Não te esqueças de provar o pão de milho acabado de sair do forno de lenha.

O regresso à Covilhã pode ser feito voltando a subir à Torre, permitindo que a luz do pôr do sol seja apreciada sobre os Cântaros e o Vale Glaciar, criando um cenário que é, sem dúvida, memorável.

Dia 2: Vales Glaciares e Aldeias de Montanha

No segundo dia, o foco é a descida para a vertente norte, onde a natureza se torna mais verde e profunda.

Parte em direção ao Covão d’Ametade. Este local é frequentemente descrito como o mais romântico da serra, servindo de berço ao Rio Zêzere.

Covão d’Ametade

O Covão d’Ametade é uma antiga lagoa de origem glaciar, situada a 1420 metros de altitude, no sopé do maciço do Cântaro Magro.

É um cenário mágico, rodeado por três penhascos íngremes: ao sul encontra-se o Cântaro Raso; o Cântaro Magro fica no centro e tipifica toda a Serra da Estrela, e o Cântaro Gordo fica a norte.

O Rio Zêzere nasce, a cerca de 1900m de altitude, junto ao Cântaro Magro e começa a tomar forma no Covão d’Ametade.

Logo depois, percorre a estrada do Vale Glaciar do Zêzere até Manteigas. A forma em “U” do vale é perfeitamente visível durante este trajeto.

Vale glacial do Zêzere

O Vale glacial do Zêzere tem 13kms de extensão, o que faz dele um dos maiores da Europa e um dos melhores exemplos da modelação da paisagem pelos glaciares.

Em forma de “U”, por isso muito aberto, as encostas são muito íngremes, cobertas de bolas graníticas e caos de blocos, principalmente na base das linhas de água.

Em Manteigas, visita a Burel Factory para conhecer a transformação da lã e se o tempo permitir, sobe ao Poço do Inferno. Esta cascata de água cristalina situa-se a 1100 metros de altitude e é um tesouro local.

Poço do Inferno

O Poço do Inferno é uma cascata de água cristalina e gélida, com cerca de 10 metros de altura situada na ribeira de Leandres, a cerca de 1100 metros de altitude.

Dica: No regresso à Covilhã, passa pelo miradouro do Vale do Rossim, onde uma praia fluvial de alta altitude convida a uma paragem relaxante.

Vale do Rossim

Situada mesmo ao lado do maior vale glaciar da Europa, encontra-se a praia mais alta do país, a praia fluvial do Vale do Rossim.

Esta barragem artificial, construída na Linha de Água da Ribeira da Fervença, foi concluída em 1956 e permitiu que fossem criadas à sua volta um conjunto de condições que transformam este sítio numa das melhores zonas de lazer em toda a Serra da Estrela.

Dia 3: O Lado Oeste e as Águas de Loriga

Para o último dia, sugerimos que explores a vertente sudoeste, conhecida pelas suas aldeias pitorescas e águas cristalinas.


Sai da Covilhã em direção a Unhais da Serra e continua até Loriga. A aldeia, apelidada de “Suíça Portuguesa”, situa-se num vale profundo rodeado por socalcos.

Loriga

Loriga é conhecida como “Suíça Portuguesa” devido à sua localização num vale profundo rodeado por socalcos.

Situada a cerca de 770 metros de altitude, rodeada por montanhas, das quais se destacam a Penha dos Abutres (1828 metros de altitude) e a Penha do Gato (1771 metros), é abraçada por dois cursos de água: a Ribeira de Loriga e a Ribeira de São Bento.

Está situada num vale glaciar e tanto o local onde se encontra a aldeia como a Garganta de Loriga são considerados pontos de interesse geológico.

A sua praia fluvial está situada num vale glaciário e é conhecida pela água cristalina e transparente, cuja qualidade lhe foi atribuída aquando da atribuição do galardão de ouro, menção atribuída pela Quercus.

É ainda, umas das “7 Maravilhas – Praias de Portugal” e também galardoada com bandeira azul.

A Praia Fluvial de Loriga é de paragem obrigatória, pois as suas águas são notoriamente transparentes.

Antes de terminar, passa por Alvoco da Serra, onde a autenticidade ainda reside em cada esquina.

Dicas de Planeamento para este Roteiro

  • Transporte: O carro é fundamental para cumprir este itinerário, uma vez que os transportes públicos são escassos entre estas localidades.
  • Abastecimento: Certifica-te de que o depósito está cheio antes de sair da Covilhã, pois os postos de combustível são raros nas zonas mais altas.
  • Segurança: No inverno, o acesso entre a Covilhã e a Torre é frequentemente fechado durante tempestades de neve. Por isso, consulta sempre as informações da Proteção Civil.

Locais Secretos e Pontos Instagramáveis

Se procuras o ângulo perfeito para as redes sociais, o Covão dos Conchos é o local ideal. Embora pareça um portal mágico, este “buraco” na lagoa é, na verdade, um funil construído pelo homem para encaminhar as águas.

Por outro lado, se preferes locais menos concorridos, a Nave da Mestra oferece um silêncio absoluto entre penedos gigantes.

Da mesma forma, o Poço do Inferno em Manteigas é uma cascata que parece saída de um conto de fadas. Durante o inverno, a água é frequentemente congelada pelas temperaturas negativas, criando um cenário de gelo verdadeiramente único.

Cidades, Vilas e Aldeias de Montanha

Ao visitar a Serra da Estrela, é essencial conhecer as localidades que preservam a identidade da região:

  • Covilhã: Conhecida como a cidade da lã, onde a arte urbana foi integrada nas fachadas históricas.
  • Manteigas: Localizada no coração do vale, é onde o tecido de burel é fabricado artesanalmente.
  • Sabugueiro: É designada como a aldeia mais alta de Portugal, sendo famosa pelo seu pão de centeio e artesanato.
  • Loriga: Apelidada de “Suíça Portuguesa”, a sua praia fluvial é considerada uma das mais bonitas do mundo.

Caminhadas e Trilhos: Onde o Ar é Puro

Para os entusiastas do hiking, o Parque Natural da Serra da Estrela dispõe de uma rede de trilhos bem sinalizada.

Para quem gosta de caminhar, visitar a Serra da Estrela é um paraíso.

A Rota das Faias é obrigatória no outono. Já a Rota do Glaciar desafia os mais resistentes num percurso que atravessa o coração geológico da serra. No verão, o trilho para a Praia Fluvial da Lapa dos Dinheiros revela quedas de água e a misteriosa Buraca da Moura.

Adicionalmente, o trilho para o Covão dos Conchos, com início na Lagoa Comprida, é acessível para a maioria dos caminhantes.

Estância de Esqui da Serra da Estrela: Neve e Adrenalina

Inquestionavelmente, um dos maiores atrativos no inverno é a estância de esqui. Localizada junto à Torre, esta infraestrutura dispõe de teleféricos e pistas para todos os níveis.

A estância é dotada de infraestruturas modernas, incluindo teleféricos e passadeiras mecânicas que facilitam o acesso às pistas. Atualmente, as pistas são classificadas por diferentes níveis de dificuldade:

  • Pistas Verdes e Azuis: Ideais para principiantes e crianças que estão a ter o seu primeiro contacto com a neve.
  • Pistas Vermelhas: Destinadas a esquiadores com experiência intermédia.
  • Pistas Pretas: Reservadas para os mais experientes, oferecendo declives acentuados e um desafio técnico superior.

Além do esqui e do snowboard, a estância é frequentemente procurada para o uso de trenós e “skibobs”, garantindo diversão para todas as idades. Contudo, é importante notar que a abertura das pistas está sempre dependente das condições meteorológicas e da qualidade da neve.

Por essa razão, a consulta das webcams em tempo real é vivamente recomendada antes de iniciar a subida. Se não possui equipamento próprio, saiba que este pode ser alugado diretamente no local, onde também é disponibilizada uma escola de esqui com instrutores certificados.

Gastronomia: O que comer e onde comer

A gastronomia serrana é, inquestionavelmente, um dos pontos altos da viagem. O Queijo da Serra da Estrela DOP é produzido com métodos ancestrais e deve ser saboreado com pão de Seia.

Onde comer:

Restaurantes como O Albertino (Folgosinho), o Museu do Pão (Seia) são referências onde a tradição é mantida viva, bem como o Varanda da Estrela (Penhas da Saúde) pelo famoso arroz de zimbro.

O cordeiro assado e as feijocas de Manteigas são pratos que não podem ser ignorados.

Informações Práticas e Perguntas Frequentes

Qual é o melhor mês para ir à Serra da Estrela?

Se o objetivo é ver neve, os meses de janeiro e fevereiro são os mais indicados. No entanto, para caminhadas, a primavera e o outono oferecem temperaturas muito mais agradáveis.

Onde deixar o carro?

Existem parques amplos na Torre e na Lagoa Comprida. Todavia, em dias de muita neve, a circulação é frequentemente condicionada pela GNR por questões de segurança. Verifique sempre as webcams no site MeteoEstrela antes de subir.

Qual é o rio que passa na Serra?

O Rio Zêzere e o Rio Mondego nascem aqui. Estas águas são purificadas pelas rochas graníticas antes de seguirem o seu curso pelo país.

Qual é a aldeia mais bonita?

Loriga e Piódão (esta última tecnicamente na Serra do Açor, mas vizinha próxima) são as favoritas dos turistas.

Quais as cidades de Espanha mais próximas?

Ciudad Rodrigo e Salamanca são as mais acessíveis via Vilar Formoso.

Em suma, visitar a Serra da Estrela é uma experiência completa que une natureza, história e sabores únicos. Seja para esquiar na única estância de neve do país ou para mergulhar em lagoas glaciares no verão, este destino será certamente memorável.

Onde ficar na Serra da Estrela

Pousada da Serra da Estrela – Localizada na Covilhã, disponibiliza uma piscina exterior e uma piscina interior. Proporciona vistas panorâmicas sobre a paisagem circundante e acesso Wi-Fi gratuito.

Puralã – Wool Valley Hotel & SPA – O Puralã – Wool Valley Hotel & SPA apresenta quartos climatizados e um pequeno-almoço em estilo buffet. Dispõe do Natura Club & Spa, que disponibiliza vários tratamentos de beleza e massagens terapêuticas.

Luna Hotel Serra da Estrela – Localizado apenas a 10 minutos de carro da Estância de Esqui da Serra da Estrela, o Hotel disponibiliza uma escola de esqui e atividades desportivas ao ar livre durante todo o ano. Apresenta piscinas interior e exterior e o acesso Wi-Fi é gratuito em todas as áreas.

Vila Gale Serra da Estrela – Situado em Manteigas, a 2,3 km das Termas de Manteigas, o Vila Galé Serra da Estrela disponibiliza acomodações com um restaurante, estacionamento privado, um centro de fitness e um bar.

Quando ir e Como chegar

O melhor mês para visitar depende do objetivo.

  • Para neve e esqui, Janeiro e Fevereiro são os meses ideais.
  • Para caminhadas e fotografia, os meses de Maio, Junho e Outubro são os mais agradáveis.
  • No verão, as praias fluviais de Loriga, Lapa dos Dinheiros e Vale do Rossim são os refúgios perfeitos.

Para chegar, o carro é essencial. Utiliza a A25 (se vieres do Norte/Litoral) ou a A23 (se vieres do Sul). No inverno, leva sempre correntes de neve, pois o acesso à Torre fecha frequentemente devido ao gelo.

Conclusão: A Montanha espera por si

Em suma, o Parque Natural da Serra da Estrela é um destino que transcende as estações. Das formações graníticas do Cântaro Magro à hospitalidade genuína do Sabugueiro, cada recanto desta montanha conta uma história milenar.

Quer procures o silêncio dos trilhos glaciares ou a animação das pistas de esqui, a Serra oferece uma experiência sensorial completa que dificilmente será esquecida.
Planear a tua viagem com antecedência é, portanto, o segredo para desfrutar de tudo o que este Geopark da UNESCO tem para oferecer. Prepara o agasalho, prova o queijo amanteigado e deixa-te encantar pela imensidão da Estrela.

Partilha a tua Experiência!

Já visitaste a Serra ou estás a planear a aventura? Conta-nos tudo nos comentários abaixo! Se este guia foi útil, partilha-o nas tuas redes sociais.

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Filipe Nobre

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